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Artigos / Opinião / Paulo Pedra

09/07/2019 às 14:07

Gigolôs de índios querem fechamento da BR158

Foto: Fred

A decisão do Ministério Público Federal de fechar a BR-158 no prazo de um ano, no trecho de 110 quilômetros entre Alô Brasil e Alto da Boa Vista, que corta a Terra Indígena Maraiwtsedé, em ação civil pública, atende única e exclusivamente a interesses de gigolôs de índios das pastorais indígenas e sociólogos/ antropólogos ligados aos movimentos esquerdistas.

A rodovia que corta todo o país e permite o escoamento da produção do Vale do Araguaia, no Mato Grosso, para os portos do Norte e Nordeste, é nevrálgica para o desenvolvimento da região que se constitui na nova fronteira agrícola do estado e do Brasil. São milhares de terras de pastagens degradadas que estão se transformando em áreas agricultáveis e com condições de duplicar a produção agrícola estadual, sem que seja necessária a derrubada de uma única árvore.

A Terra Indígena compreende uma área de 160 mil hectares para serem ocupadas por pouco mais de 400 índios Xavantes e a BR-158 passa à margem da rodovia, causando zero dano ambiental para os indígenas. Durante a desintrusão de parte da área que era ocupada por assentados, os próprios indígenas foram contrários à desocupação e à destruição da comunidade de Posto da Mata, um vilarejo instalado à beira da rodovia, com comércio, escolas, igrejas e centenas de moradias.

Em nome da proteção dos direitos dos índios, ONGs, pastorais, militantes de esquerda e “técnicos” da FUNAI se empenharam nos últimos anos na mais vil exploração de direitos humanos, impedindo a integração dos cidadãos indígenas aos novos tempos na tentativa de criar uma vitrine antropológica para mostrar aos mantenedores estrangeiros dessas organizações, que roubam riquezas naturais e escravizam povos indígenas através da segregação racial em vastas áreas de terras.

Os povos indígenas querem ter direito à saúde, educação e alimentação dignas, com acesso a tecnologias atuais, querem andar de caminhonetes, ter Iphone, cartão de crédito e dinheiro na conta, desfrutar das suas riquezas, produzir em suas terras, influenciar nas politicas do país, querem ser iguais aos demais brasileiros.

 Ao contrário, os gigolôs das etnias querem índios com cocar, tanga, arco e flecha, subnutridos, doentes e mendigando pelas ruas por esmolas(no caso de aldeias próximos à cidade) públicas e privadas.

 Esses servem a causas que nada têm a ver com os interesses dos povos indígenas. Para eles, índios não são brasileiros, são seres antropológicos a serem preservados em estado atrasado e primitivo, análogas à cabeça desses intelectuais e ambientalistas que parasitam nas comunidades indígenas.

Paulo Pedra

Paulo Pedra
Escritor crítico dos assuntos cotidianos de Mato Grosso e Brasil. Com ele é na pedrada!
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