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12/06/2021 às 16:50

Reações à AstraZeneca viralizam nas redes e coordenadora de vacinação tira dúvidas

Leiagora conversou com Valéria de Oliveira, coordenadora da Campanha de Vacinação em Cuiabá, sobre o assunto

Angélica Callejas

Reações à AstraZeneca viralizam nas redes e coordenadora de vacinação tira dúvidas

Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

Nos últimos meses, a Campanha de Vacinação em Cuiabá tem tido problemas com a evasão de pessoas que foram agendadas para serem imunizadas. A principal hipótese levantada gira em torno do “medo” das reações à vacina AstraZeneca.

Inclusive, o tema se tornou alvo de memes e viralizou nas redes sociais pelo Brasil inteiro. Veja abaixo alguns tweets sobre a AstraZeneca.
   
Brincadeiras à parte, todas as vacinas podem causar alguma forma de reação no corpo. No caso da vacina contra a covid-19, as reações mais comuns são: febre, dor no corpo, no local de aplicação e dor de cabeça. Todos esses sintomas podem ser tratados com analgésicos e antitérmicos, e geralmente desaparecem após três dias. “É preferível ter esses sintomas pela vacina, do que pela doença”, alerta Valéria.


Em Cuiabá, quando a pessoa é agendada, ela tem até 48 horas para comparecer ao local e receber a vacina. “Caso não apareça, irá automaticamente para o final da fila virtual. E a partir daí, a espera pode chegar a até 2 meses”, explica a coordenadora da Campanha de Vacinação, Valéria de Oliveira.

Ainda segundo ela, a atual política adotada pela Campanha em Cuiabá, que consiste em ir atrás das pessoas que ainda não foram vacinadas, acontece justamente por conta dessa resistência em comparecer no dia da vacinação.

Quanto às pessoas que já receberam a primeira dose, principalmente no diz respeito à AstraZeneca, e não se apresentarem no prazo para receber a segunda aplicação, isso não fará com que possam escolher qual imunizante tomar. Ou seja, independentemente do tempo, a segunda dose será da mesma vacina.

Existem pessoas que receberam indicações médicas para serem imunizadas com uma marca específica da vacina covid-19. De acordo com a coordenadora, isso não é possível, tendo em vista que imunização ocorre conforme o Plano Nacional de Vacinação e a distribuição acordada pela Comissão Intergestores Bipartite (CIB).

A recusa da vacina, seja qual for, é desaconselhada pelas autoridades de Saúde.

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