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Notícias / Polícia

13/01/2022 às 14:30

Pai preso por abandonar filha com deficiência mental é solto pela Justiça

Mulher tinha 41 anos e morreu com sinais de desnutrição em Várzea Grande

Denise Soares

Pai preso por abandonar filha com deficiência mental é solto pela Justiça

Foto: Envato

O pai que havia sido preso por abandonar a filha dele, de 41 anos, que tinha deficiência mental e foi encontra morta com sinais de desnutrição, em Várzea Grande, foi solto pela Justiça de Mato Grosso.
 
Segundo o Tribunal de Justiça de Mato Grosso, o pai da vítima, um idoso de 65 anos que é policial civil aposentado, teve a liberdade provisória concedida na segunda-feira (10) pelo juiz Abel Balbino Guimarães, da 5ª Vara Criminal de Várzea Grande.

O magistrado acolheu a manifestação do Ministério Público, que ao analisar os autos, não conseguiu colher o motivo da morte da mulher, por isso entendeu que falta investigação para apontar materialidade e autoria do pai. Em razão disso, o MP pediu a liberdade mediante compromisso de comparecer aos atos investigativos e judiciais.
 
Ele vai responder em liberdade por abandono de incapaz, mas deverá seguir medidas cautelares.
 
O caso
 
De acordo com a polícia, o caso ocorreu no dia 6 deste mês em uma casa no bairro Construmat e foi descoberto depois que uma das irmãs da vítima acordou e viu que ela não se mexia. A menina foi até a vizinha e pediu ajuda.
 
Ele é policial civil aposentado e tinha deixado os cinco filhos sozinhos em casa desde o dia 1º de janeiro. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi chamado e constatou a morte da mulher.
 
Os vizinhos disseram que o pai das crianças estava em um sítio. Ele foi até o local acompanhado de outro filho.
 
Segundo a Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), a vítima foi encontrada na sala da residência deitada em um colchão de solteiro, sem forro, em visível estado de desnutrição, bastante magra.
 
A residência estava em estado de abandono, sem colchão e alimento.
 
Os outros quatro filhos e a neta de cinco anos foram acolhidos pelo Conselho Tutelar.
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