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Notícias / Polícia

02/04/2024 às 14:34

Mãe e filho são presos suspeitos de serem mandantes de execução no Shopping Popular

A mãe teria contratado o atirador Silvio Junior Peixoto, 26 anos, para vingar a morte do filho assassinado em Cuiabá

Eloany Nascimento

Mãe e filho são presos suspeitos de serem mandantes de execução no Shopping Popular

Foto: reprodução

A Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), prendeu nesta terça-feira (2), mãe e filho, não identificados, apontados como mandantes do homicídio do comerciante Gersino Rosa dos Santos, conhecido por “Nenê Games”, ocorrido em novembro no Shopping Popular, em Cuiabá. Além do empresário, o funcionário do estabelecimento Cleyton de Oliveira Paulino, de 27 anos, também morreu. Ele foi atingido por engano.
 
De acordo com informações do delegado Nilson Farias, a morte do comerciante foi encomendada motivada por uma vingança. A mãe teria contratado o atirador Silvio Junior Peixoto, 26 anos, para vingar a morte do filho assassinado em Cuiabá.

Dias antes de ocorrer o duplo homicídio, um filho da mandante, Girlei Silva da Silva, de 31 anos, conhecido pelo apelido de ‘Maranhão’, foi morto no bairro Santa Laura, em Cuiabá. A família da vítima atribuiu que a morte de Maranhão foi encomendada por Gersino Rosa e então decidiram matar o comerciante como vingança.

Foram presos a mulher, J.B.S., e seu filho, W.B.S., de 31 anos, pela equipe da DHPP de Cuiabá, com apoio do Garra da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul. Ambos foram encaminhados a uma delegacia em Campo Grande, onde serão interrogados, e depois apresentados em audiência de custódia do Poder Judiciário de Mato Grosso do Sul. 

O recambiamento de mãe e filho para Cuiabá tem previsão de ocorrer ainda esta semana.

No endereço dos alvos, os policiais civis aprenderam três armas de fogo, sendo dois revólveres de calibre 38 e uma pistola 9 mm que é, provavelmente, a arma usada nos homicídios do shopping. Uma quarta arma, letal e em formato de uma caneta, também foi apreendida com os investigados. Todo o material passará por perícia, inclusive, de confronto balístico.

O delegado Nilson Farias acrescentou ainda que os mandantes foram até Uberlândia, onde contrataram o executor, que já conheciam anteriormente, e depois apoiaram a vinda dele a Cuiabá para efetuar o homicídio de Gersino Rosa.

Durante a abordagem, os policiais apreenderam armas de fogo, na residência, em que os suspeitos estavam.
*Com informações da assessoria
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