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13/05/2024 às 15:39

REFLEXO DO RS

Cuiabanos começam estocar arroz com receio de que produto fique ainda mais caro e falte nas prateleiras

Isso porque o desastre natural trouxe perdas severas para a agricultura e, consequentemente, vão impactar na produção e no preço de alimentos, especialmente do arroz

Kamila Arruda

Cuiabanos começam estocar arroz com receio de que produto fique ainda mais caro e falte nas prateleiras

Foto: Reprodução

A tragédia no Rio Grande do Sul já começa a refletir em outros estados Brasileiros, como Mato Grosso. Com receio de que o abastecimento de arroz na Capital fique prejudicado por conta dos temporais que atingiram o estado gaúcho, muitas pessoas já começaram a fazer estoques.

Outro temor é de que os preços disparem. Isso, porque o desastre natural trouxe perdas severas para a agricultura e, consequentemente, vão impactar na produção e no preço de alimentos, especialmente do  arroz.

Em Cuiabá, os mercados atacadistas, inclusive, já estão limitando a quantidade de arroz. Cada pessoa pode comprar até 30kg do produto. Um aviso na gôndola já informa a nova regra.

Os preços também já sofreram um pequeno reajuste. O alimento está custando de R$ 23 à R$ 34, dependendo da marca. Até a semana passada, ainda era possível encontrar arroz no valor de R$ 20.

Algumas pessoas aproveitaram o final de semana para garantir o alimento. “Não sabemos quanto tempo o Rio Grande do Sul vai levar para se reestabelecer e isso pode fazer com que o preço do arroz e feijão suba muito. Já estou aproveitando que o preço ainda não cresceu tanto para garantir alguns pacotes. Também falam que o alimento pode faltar. Então, é melhor garantir”, relatou o funcionário público Eduardo Arruda a reportagem do Leiagora.

Apesar dos boatos, a Associação de Supermercados de Mato Grosso (ASMAT) garante que até o momento não há falta de arroz nas gôndolas.

Com relação as limitações de venda do produto que podem estar ocorrendo em alguns estabelecimentos, a entidade afirma que isso diz respeito à política interna das próprias empresas.

Já referente ao aumento do preço, a Associação admite que a expectativa é que isso, de fato, ocorra, mesmo com a colheita de cerca de 50% no Sul e a sinalização do Governo Federal em importar arroz após as chuvas que atingiram o Rio Grande do Sul.
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