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Notícias / Política

21/05/2024 às 17:11

CELERIDADE

Maysa acredita que demora na apresentação recurso pode prejudicar trabalhos da Processante contra Emanuel

Na avaliação da parlamentar, os membros da Comissão não estão tendo celeridade e precisam ingressar com um recurso rapidamente para tentar retornar oitivas

Da Redação - Vanessa Araujo/Da Reportagem Local - Paulo Henrique Fanaia

Maysa acredita que demora na apresentação recurso pode prejudicar trabalhos da Processante contra Emanuel

Foto: Câmara de Cuiabá

A vereadora Maysa Leão (Republicanos) acredita que a demora em ingressar com um recurso pode tornar ainda mais vulnerável os trabalhos da Comissão Processante contra o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB). A preocupação da parlamentar é principalmente com o prazo para a conclusão do processo na Casa de Leis.

 

“Eu penso que está demorando, até porque quanto mais o tempo passar, mais vulnerabilidade a gente vai dar para essa comissão, de estourar prazo. A gente não tem muito claro no regimento como funciona essa suspensão de prazo. Então, penso que a Câmara não precisa ser notificada para recorrer, porque já sabemos da suspensão. Essa suspensão é pública e notória, ela já tem os efeitos dela respeitados aqui dentro, então quanto mais rápido a gente agir, mais rápido a gente retoma o processo”, defendeu a parlamentar nesta terça-feira (21). 

 

Questionada se existe falta de empenho da Comissão Processante, devido ao fato de ela ser composta por dois parlamentares da base governista, Maysa evita polemizar, mas afirma que não tem visto celeridade por parte do grupo.

 

“A Câmara precisa dar uma resposta, porque esse é um pensamento da população. Várias pessoas me procuraram e falaram, são dois membros da base… A gente presume aqui que todos terão legitimidade em atuar e vão atuar com celeridade, mas eu não vejo essa celeridade acontecendo. Então, o meu pedido como vereadora é que a Câmara protocole o quanto antes e que a processante volte a andar, porque essa casa tem a sua independência de poder”, concluiu. 

 

A Comissão Processante foi instaurada no Parlamento Cuiabano no início do mês passado com base em uma investigação do Ministério Público Estadual (MPE), a qual colocou o prefeito como chefe de uma organização criminosa que surrupiou milhões dos cofres da saúde municipal.

 

O grupo, composto pelos vereadores Wilson Kero Kero, Rogério Varanda e Eduardo Magalhães, estava iniciando a fase de oitivas quando uma liminar suspendeu os trabalhos.

 
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