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Notícias / Política

11/06/2024 às 08:47

DE NOVO, OUTRA VEZ

Suplente assume cadeira de Edna, que busca reverter nova cassação no judiciário

Edna já garantiu que vai recorrer da cassação, o que deixa o novo parlamentar com a pulga atrás da orelha sem saber por quanto tempo vai sentar-se na cadeira

Paulo Henrique Fanaia

Suplente assume cadeira de Edna, que busca reverter nova cassação no judiciário

Foto: Reprodução

O suplente de vereador Robinson Cireia (PT), assume a cadeira deixada pela ex-vereadora Edna Sampaio (PT) na sessão ordinária desta terça-feira (11). Na semana passada, Edna foi cassada pela segunda vez acusada de ter praticado “rachadinha” com a verba indenizatória da ex-chefe de gabinete.
 
Em 2023, Cireia assumiu o cargo de vereador por pouco mais de 40 dias quando Edna foi cassada pela primeira vez em virtude da mesma acusação. A defesa da petista conseguiu reverter a cassação na Justiça e ela voltou à Câmara de Cuiabá em novembro daquele ano.
 
O curto mandato de Cireia foi suficiente para render polêmicas dentro do PT. Isso, porque Edna acusou o colega de não cumprir o acordo de continuar com as pautas sociais e chegou a emitir uma “Nota de escurecimento” afirmando que Cireia havia cancelado uma agenda na Semana da Consciência Negra, causando um mal-estar na sigla.
 
Edna já garantiu que vai recorrer da nova cassação. Se ela vai conseguir voltar ao cargo ainda é uma incógnita, o que deixa a dúvida não só no Legislativo Cuiabano, mas também em Cireia, que corre o risco de repetir a passagem relâmpago no parlamento cuiabano, não dando tempo para que ele possa mostrar trabalho suficiente para conseguir alguns votos nas eleições para vereador este ano caso deseje disputar o pleito mais uma vez.
 
A cassação
 
A cassação de Edna Sampaio foi aprovada na manhã de quinta-feira (6) por 19 votos a favor e apenas um contrário. O processo se deu após serem reveladas conversas de Laura Natacha, ex-chefe de gabinete da parlamentar, que segundo investigações teria repassado para a vereadora cerca de R$ 20 mil de sua verba indenizatória, direito dos servidores da Câmara de Cuiabá.
 
Assim como fez na primeira cassação, em 2023, a vereadora e os advogados que compõem a sua defesa preferiram não comparecer à sessão e abriu mão da defesa oral.
 
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