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Notícias / Política

18/06/2024 às 17:33

ERRO DA GESTÃO

Michelly considera 'desesperadora' paralisação de atendimentos na UTI pediátrica do HMC

A vereadora relembrou acordos para a quitação de dívidas que foram descumpridos

Da Redação - Luíza Vieira / Da Reportagem Local - Jardel P. Arruda

Michelly considera 'desesperadora' paralisação de atendimentos na UTI pediátrica do HMC

Foto: Reprodução

A vereadora Michelly Alencar (União) considerou “desesperadora” a possibilidade de que a empresa APP- Serviços Médicos paralise os trabalhos na Unidade de terapia Intensiva (UTI) pediátrica do Hospital Municipal de Cuiabá (HMC).

A terceirizada ameaça suspender a prestação de serviços a partir do dia 1ª de julho, devido à falta de pagamento da Empresa Cuiabana de Saúde Pública. A parlamentar relembrou dos acordos assumidos pela gestão municipal quanto às dívidas do HMC, tanto com a intermediação do Tribunal de Contas (TCE), como por meio do Termo de Ajuste de Conduta (TAC) assinado no fim do período interventivo.

“Imagina como fica o coração de uma mãe, que precisa de uma UTI para salvar a vida do seu filho, saber que não vai ter esse serviço porque a Prefeitura não cumpriu com o que deveria, não cumpriu com acordo, isso é desesperador. Nós estamos falando da vida de crianças”, destacou Michelly em coletiva de imprensa realizada nesta terça-feira (18).

Isso, porque por meio de nota, a APP- Serviços Médicos anunciou que irá paralisar os trabalhos na unidade pediátrica a partir do dia 1º de julho, já que a prefeitura descumpriu acordo firmado com a terceirizada de quitar R$ 665 mil em dívidas acumuladas e não o cumpriu. 

A vereadora afirmou que irá fazer um requerimento ao Ministério Público na tentativa de evitar que a população que depende do Sistema Único de Saúde (SUS) seja prejudicada por “falhas da gestão do prefeito Emanuel Pinheiro”. Somado a isso, Michelly relembrou os acordos firmados entre a prefeitura por meio da Empresa de Saúde Cuiabana para a quitação de diversos débitos da administração.

Como exemplo, o compromisso firmado no dia 15 de maio, com mediação do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), envolvendo a Prefeitura de Cuiabá e o Governo do Estado, para garantir a continuidade dos atendimentos no Hospital São Benedito e no HMC.

Além de destacar que ainda no início do ano, em TAC assinado entre a prefeitura e órgãos como o MP, Tribunal de Justiça (TJMT), TCE e Gabinete de Intervenção, o chefe do Executivo municipal se comprometeu a cumprir uma série de medidas, dentre elas o pagamento das dívidas com as terceirizadas, para que pudesse retomar a gestão da SMS. 

“Mesmo mediando o acordo não cumprido. Lembrando que tem o TAC que não só com o Tribunal de Contas, mas o Ministério Público e Tribunal de Justiça que era o TAC da saúde e todos aqueles itens que foram propostos no TAC pós-intervenção, estão sendo desconsiderados. Nós estamos aqui com total desrespeito de uma gestão que não respeita vereador, não respeita poder Legislativo, não respeita a justiça”, finalizou.
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