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Notícias / Polícia

31/10/2024 às 14:21

MÉDICO E EX-POLICIAL FEDERAL

Veja nomes dos comparsas da empresária investigada por causar prejuízo de mais de R$ 2,5 mi a 'investidores'

As investigações apontaram como os suspeitos em conjunto com a líder do esquema destruíram o planejamento familiar de dezenas de vítimas

Eloany Nascimento

Veja nomes dos comparsas da empresária investigada por causar prejuízo de mais de R$ 2,5 mi a 'investidores'

Foto: reprodução

O médico Diego Flores, 32 anos, e o ex-policial federal Ricardo Ratola, 45 anos, estão entre os alvos da 'Operação Cleópatra', deflagrada na manhã desta quinta-feira (31), em Cuiabá. Eles são aliados da empresária Taiza Rossan, líder do esquema de pirâmide financeira desarticulado pela Polícia Civil.

As investigações apontaram que Ricardo foi casado com Taiza e tinha como papel no esquema ser o gestor de negócios da empresa. Já o médico Diego atuava como diretor administrativo. Juntos com a líder, destruíram o planejamento familiar de dezenas de vítimas, inclusive de amigos e familiares dos investigados, causando um prejuízo de mais de 2,5 milhões.

A empresária, proprietária da empresa DT Investimentos, ao lado dos seus aliados, atraia vítimas com argumentos e promessas envolventes de lucros altos em falsos investimentos. Taiza se mostrava nas redes sociais como uma pessoa bem-sucedida e especialista em investimentos financeiros.

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De acordo com a Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor, a empresária convencia as vítimas a fazerem investimentos de altos valores, superiores a R$ 100 mil iniciais, em ações, entrando em um verdadeiro esquema de pirâmide financeira.

'Boa de lábia', Taiza fazia promessas de alto rendimento para as vítimas, com lucros de 2% a 6% por dia, dependendo do valor investido. Os “investidores” recebiam o retorno financeiro nos primeiros meses, sendo incentivados a fazer novos investimentos, porém, depois de algum tempo, a empresa deixou de pagar os lucros.

Comparsas livres

O delegado responsável pela operação Rogério Ferreira, da Decon, entrou com o pedido de prisão, no entanto, o Judiciário de Mato Grosso, não concordou concedou a ordem, por não entender que era devido. 
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