09/11/2025 às 15:16
Da Redação - Pablo Moreira / Reportagem local - Leticia Avalos
O deputado estadual Eduardo Botelho (União Brasil) mostrou descontentamento com a posição da Energisa, afirmando que não concorda com acordo de concessão sem discussão junto à população em buscas de melhorias no contrato vigente. Segundo o parlamentar, está sendo analisada a possibilidade de uma ação judicial para impedir a automação da concessão.
“É complicado, mas eu acho que com a força do povo e talvez da justiça, como São Paulo já conseguiu suspender, nós não estamos descartando, já estamos conversando, inclusive, preparando até a Procuradoria da Assembleia, a gente está estudando a possibilidade de entrar com ação judicial para não fazer essa renovação antecipada”, declarou Botelho.
O legislador faz coro à fala de Max Russi (PSB), presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) que criticou a empresa de energia por estar discutindo o contrato “a portas fechadas”, sem dialogar com a população que enfrenta os desafios decorrentes da qualidade dos serviços prestados.
“Quem está antecipando a renovação é o Ministério, não é a Aneel. Então nós vamos levar uma proposta para o Ministério, entregar na mão do ministro, com uma proposta de melhorias que precisam ser inseridas no contrato. E aí nós queremos também nessas discussões incluir a Energisa, que tem corrido disso, que tem desviado das discussões, não quer conversar com o povo, fazendo essa renovação sem ninguém saber”, criticou o mandatário.
O contrato atual foi firmado em 1997, quando a antiga Companhia Energética de Mato Grosso (Cemat), estatal à época, foi privatizada. Atuando ao longo de 28 anos em Mato Grosso, a concessão terá fim em dezembro de 2027, em meio a críticas recorrentes sobre tarifas e qualidade do serviço oferecido pela Energisa.
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