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01/07/2018 às 12:00

Acordo Céus Abertos poderá aumentar o número de passageiros em rotas entre Brasil e EUA

Maisa Martinelli

O decreto que promulgou o acordo entre céus abertos entre o Brasil e os Estados Unidos foi assinado na última terça-feira (26) pelo presidente Michel Temer, durante a visita do vice-presidente norte-americano, Mike Pence. A medida, que foi publicada no Diário Oficial da União dia 27 de junho, visa garantir importantes conquistar e fomentar o turismo brasileiro.

A ampliação da oferta de voos entre os dois países beneficiará o setor turísticos, possibilitando mais viagens de lazer e negócios. O acordo prevê, entre outras coisas, que companhias aéreas brasileiras e americanas criem novas rotas e parcerias para os atuais e novos destinos, além de trazer reflexos positivos na geração de novos negócios.

?Os Estados Unidos são o segundo maior emissor de turistas para o Brasil e celebramos esse acordo como mais uma medida para facilitar a entrada de estrangeiros em viagens de lazer e negócios ao Brasil. Já temos obtido sucesso com a facilitação de vistos para quatro países: Japão, Austrália, Canadá e Estados Unidos que foram responsáveis por 69% de todos as solicitações de e-Visas: 46.192. Estamos no caminho certo para atrair mais turistas e investimentos para o nosso país?, afirmou Vinicius Lummertz, ministro do Turismo.

Segundo uma estimativa da Associação Internacional de Transporte Aéreo, o número de passageiros em rotas internacionais com origem ou destino no Brasil poderá crescer em 47% após a ratificação do acordo bilateral. Além disso, poderá também refletir no mercado de viagens, aumentando a venda de passagens aéreas e pacotes internacionais para quem visita o Brasil ou viaja para o exterior. Em datas comemorativas, como o Carnaval, as companhias poderão, inclusive, ampliar a oferta de voos temporários.

 ?A oferta de mais assentos vai proporcionar novos negócios para o turismo. Queremos lotar esses voos, mas também desejamos que eles cheguem lotados de turistas americanos. Precisamos divulgar ainda mais o Brasil lá fora em parceria com o MTur, a Embratur e as companhias aéreas?, comentou Magda Nassar, presidente da Associação Brasileira das Operações de Turismo (Braztoa).

Vale lembrar que as empresas aéreas continuam proibidas de operar voos domésticos fora dos países de origem.

 
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