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Notícias / Educação

14/05/2019 às 10:20

UFMT e IFMT aderem à paralisação nacional da educação nesta quarta

Um protesto será realizado na praça Alencastro, em Cuiabá, a partir das 14h

Josiane Dalmagro

UFMT e IFMT aderem à paralisação nacional da educação nesta quarta

Foto: Chico Alves

Nesta quarta-feira (15), estudantes da Universidade Federal de Mato Grosso de Cuiabá irão se reunir na Praça Alencastro, a partir das 14h, em protesto ao governo e aderência à greve nacional da educação.

Os cortes nos repasses para Universidades e Institutos Federais têm causado muito alvoroço, desde que o presidente, Jair Bolsonaro (PSL), anunciou o corte de R$ 5,8 bilhões do Ministério da Educação.

Com essa decisão a UFMT deixará de receber cerca de R$ 34 milhões no orçamento anual que, se somados ao do Instituto Federal, chega-se a quantia de R$ 65 milhões em recursos perdidos, só em Mato Grosso.

A insustentabilidade da decisão governamental levou não apenas os estudantes, mas também professores e outros servidores técnicos da UFMT, a decidirem pela adesão ao movimento nacional pela educação, contra o congelamento e cortes.

O Conselho de Entidades de Base se reuniu na terça-feira (07) com os Centros e Diretórios Acadêmicos e o Diretório Central do Estudantes da UFMT Cuiabá e, juntos, deliberaram sobre o assunto, após convocação pelas entidades estudantis e sindicais.

“Vale lembrar que os bloqueios anunciados pelo MEC abrangem desde a educação básica à superior, o que representa um ataque, sem precedentes, ao funcionamento das escolas, universidades e institutos federais. O (des)governo federal ameaça a educação pública como um dos cercos para conseguir a aprovação da reforma da Previdência, justificando, por meio de nota, que ‘caso a reforma da Previdência seja aprovada e as previsões de melhora da economia no segundo semestre se confirmem (os recursos seriam liberados), pois podem afetar as receitas e despesas da União’. Ou seja, na prática é dizer que ‘se aprovar a reforma, podemos pensar em rever o orçamento da educação’. Claramente, trata-se de uma falsa promessa que está posta por meio de chantagem contra a mobilização dos estudantes e trabalhadores por seus direitos”, diz nota do Diretório Central dos Estudantes da UFMT.

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