Cuiabá, sábado, 17/08/2019
11:45:02
informe o texto

Notícias / Arte & Cultura

12/08/2019 às 16:34

‘Tereza de Benguela e a Mulher Negra’ é tema de roda de conversa promovida por João Batista

Saiba quando será e participe deste importante evento

Leiagora

‘Tereza de Benguela e a Mulher Negra’ é tema de roda de conversa promovida por João Batista

Foto: Assessoria

O deputado estadual João Batista (Pros), promove na próxima quinta-feira (15), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), a Roda de Conversa ‘Tereza de Benguela e a Mulher Negra’. O evento tem como objetivo principal o debate sobre as desigualdades sociais e raciais enfrentadas pelas mulheres negras na sociedade.

De acordo com o parlamentar, o encontro será a oportunidade de reviver a história de Tereza de Benguela e fortalecer o combate ao preconceito racial. “Apesar da instituição da Lei 12.987/14, que dispõe sobre a criação do Dia Nacional de Tereza de Benguela, ainda há muito a ser feito para haver igualdade racial no Brasil. Nesta roda de conversa teremos a oportunidade de ouvir a sociedade sobre o tema e os grupos que pautam os movimentos negros em Mato Grosso”, destacou.

Na avaliação do deputado, as discussões vão servir de base para promover políticas públicas e projetos voltados ao tema. “É preciso desenvolver políticas sociais de enfrentamento que ferem os direitos humanos e afetam principalmente as mulheres negras. Meu objetivo é trabalhar essa frente”, concluiu João Batista.

Tereza de Benguela

O dia de 25 de julho é instituído no Brasil pela Lei n° 12.987 como o Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra. Tereza de Benguela foi uma líder quilombola que viveu em Mato Grosso, durante o século XVIII. Foi esposa de José Piolho, que chefiava o Quilombo do Piolho ou do Quariterêre, entre o rio Guaporé (a atual fronteira entre Mato Grosso e Bolívia) e a atual cidade de Cuiabá.

Com a morte de José Piolho, Teresa se tornou a rainha do quilombo, e, sob sua liderança, a comunidade negra e indígena resistiu à escravidão por duas décadas, sobrevivendo até 1770, quando o quilombo foi destruído pelas forças de Luís Pinto de Sousa Coutinho e a população (79 negros e 30 índios), morta ou aprisionada.

Tereza de Benguela assim como outras heroínas negras, é um dos nomes esquecidos pela historiografia nacional. Nos últimos anos, o nome de Tereza tem sido utilizado no engajamento do movimento de mulheres negras e no resgate de documentos históricos, na busca de recontar a história nacional e multiplicar as narrativas que revelam a formação sociopolítica brasileira.

Serviço

Roda de Conversa

Data: 15/08/2019

Local: Assembleia Legislativa de Mato Grosso, auditório Milton Figueiredo.

Horário: 14 horas

 
Com informações da assessoria de imprensa 

0 comentários

AVISO: Os comentários são de responsabilidade de seus autores e não representam a opinião do site. É vetada a inserção de comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros. O site poderá retirar, sem prévia notificação, comentários postados que não respeitem os critérios impostos neste aviso ou que estejam fora do tema da matéria comentada.

 
Em parceria com Engaje Sitevip Internet