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Notícias / Política

05/11/2019 às 19:13

Senadora denuncia abusos em reintegração de posse em fazenda de Silval

Os produtores relataram abusos no cumprimento de uma ordem de despejo realizada ontem (4) devido a uma decisão de reintegração de posse em nome de Silval.

Leiagora

Senadora denuncia abusos em reintegração de posse em  fazenda de Silval

Foto: Assessoria

A senadora Juíza Selma recebeu hoje (5) em seu gabinete, em Brasília, representantes da cooperativa dos pequenos agricultores do norte de Mato Grosso para tratar sobre impasses relacionados à ocupação de uma fazenda do ex-governador, Silval Barbosa, que foi sequestrada em favor do estado e até ontem era ocupada por meio de um acordo com o governo estadual por um grupo de 150 famílias.

Os produtores relataram abusos no cumprimento de uma ordem de despejo realizada ontem (4) devido a uma decisão de reintegração de posse em nome de Silval.

“O atual governo não reconheceu as tratativas do antigo. Não nos deram o direito de retirar nossos bens, tão pouco entrar em negociação com o estado, eles não querem negociar com o pequeno produtor”, relatou um dos integrantes da cooperativa em vídeo divulgado nas redes sociais da parlamentar. 

“Judicialmente pouca coisa pode ser feita a não ser um acordo no qual o governo do estado peça a suspensão desses atos bárbaros contra essas famílias. Registro aqui meu apelo ao governo estadual de Mato Grosso para que reveja essa situação ou, pelo menos, aceite essas famílias em algum outro lugar onde elas possam viver com dignidade e indenize os danos causados”, pontuou a senadora. 

Anteriormente, o grupo havia relatado uma tentativa de fazer uma audiência de conciliação com a Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat), e a Procuradoria Geral do Estado, que, por sua vez, se recusaram a negociar.

“Eu tenho notícias de ameaças de morte que foram feitas a essas famílias caso fossem buscar os animais que ficaram no terreno. Quero deixar bem claro que isso aqui não é uma invasão de terra, trata-se de um acordo que foi feito com o governo do estado, é um assentamento lícito e essas pessoas merecem respeito”, enfatizou a parlamentar.  
Da assessoria 

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