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Notícias / Política

16/01/2020 às 18:21

Galvan disputa espaço com Pivetta no PDT para disputar ao Senado

Galvan ressaltou que será preciso fazer um acordo com Pivetta, pois não se pode ter dois candidatos do mesmo partido disputando a mesma eleição

Luana Valentim

Galvan disputa espaço com Pivetta no PDT para disputar ao Senado

Foto: Leiagora

O presidente da Aprosoja Antônio Galvan (PDT) declarou nesta quinta-feira (16) que pretende se lançar a candidato ao Senado como representante do agronegócio. Mas ele disse que é preciso ver qual será a decisão do partido, pois o vice-governador Otaviano Pivetta (PDT) também vem trabalhando para se viabilizar sua candidatura.

Galvan ressaltou que será preciso fazer um acordo com Pivetta, pois não se pode ter dois candidatos do mesmo partido disputando a mesma eleição.

“Então a gente tem que chegar e conciliar. Temos a demanda nacional para a nossa participação e principalmente do produtor que quando ouve o anúncio de que sou pré-candidato, declara abertamente o apoio”, disparou.

Sobre uma possível dobradinha com Pivetta, Galvan disse que é preciso conversar, pois normalmente as suplências se compõem com outro partido, mas nada impede de se ter chapa pura. Ainda destacou que o vice tem nohall maior político que ele, no entanto, questiona se o eleitor quer o político tradicional ou deseja a mudança com novos nomes.

Em contrapartida, salientou o caso de Nelson Barbudo que foi mais votado para deputado federal, mesmo sem ter nohall político. “Então eu acredito que a população ainda quer nome novo hoje, 
com expressão. O eleitor que não quer mais saber do político tradicional que tem muito discurso e na prática pouco trabalho".

Em se tratando de uma representação do agro na política, o pedetista avalia que o setor é tratada no mundo muito diferente do que no Brasil que não oferece proteção aos produtores de uma catástrofe ou de uma seca e que esse seguro que oferecem é mais um custo que o ele tem que arcar, quando, na verdade, não protege em nada ao agro e não tem subsidio dentro do Brasil nesse quesito.

Por isso que ele acredita na importância de ter um representante do setor no Senado, mas analisa que há o risco, como na eleição passada, de ter além dele mais três candidatos diretos do agro sendo o Adilton Sachetti, Carlos Fávaro e Nilson Leitão.

“Agora com certeza a gente está aberto a tentar buscar um consenso, isso sem sombra de dúvida, para podermos ter um legítimo representante do agro. Até porque o Estado hoje é o maior produtor da agropecuária brasileira”, disse.

No entanto, Galvan pontuou que a vaidade é muito grande da grande maioriados pretensos candidatos, porque se tivesse parado e conversado sobre essa situação, talvez hoje já teria um representante do agro eleito.

Ainda relatou que, por diversas vezes, foi tentado conversar com os candidatos do pleito passado, principalmente, por movimentação do Sachetti, para ver se conseguia tirar um único nome, mas infelizmente não conseguiram parar para ouvir e ‘dançaram’ os três.

“Vamos tentar ver se nesse ano em um consenso de um nome. Independente de quem for eleito, o agro estará bem representado. Mas na defesa da agropecuária, de um modo geral, eu acredito que eu seria um nome mais indicado, porque se precisar entrar numa ‘peleia’ a gente não tem medo para defender o Estado de Mato Grosso e principalmente da nossa atividade. Até porque a agropecuária é o carro chefe da nossa economia”, defendeu.


 

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