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Notícias / Política

02/06/2020 às 15:20

DEM aposta em adiamento do pleito municipal e Mauro proíbe saída de secretários

Conforme o calendário da Justiça eleitoral, o prazo final para desincompatibilização para aqueles que pretender concorrer a cargos no Executivo no pleito de outubro é esta quinta-feira, dia 04.

Kamila Arruda

DEM aposta em adiamento do pleito municipal e Mauro proíbe saída de secretários

Foto: Câmara dos Deputados

O Democratas de Mato Grosso (DEM) trabalha com a possibilidade de a eleição não ocorrer em outubro deste ano por conta da pandemia do novo Coronavírus (Covid-19). Diante disso, nenhum correligionário democrata, integrante do primeiro escalão estadual, irá se desincompatibilizar do cargo.

Conforme o calendário da Justiça eleitoral, o prazo final para desincompatibilização para aqueles que pretender concorrer a cargos no Executivo no pleito de outubro é esta quinta-feira (4).

“Não temos condições de realizar eleição neste ano em meio a esta pandemia. Isso já está claro, é inviável. Então, surgirão novos prazos assim que a nova data da eleição for definida. Isso já está praticamente pacificado no Supremo Tribunal”, pontuou Fabio Garcia, presidente estadual do DEM.

Diante disso, Garcia afirma que o governador Mauro Mendes (DEM) permanecerá focado no combate à Covid-19, juntamente com os secretários. “A decisão do governador Mauro Mendes é acertada. Não tem condições de ninguém sair neste momento, e eleição não está entre as prioridades do governador, ele não quer transformar esse momento de pandemia em palanque eleitoral", alegou.

Para o ex-deputado, que também é um dos nomes cotado para a Prefeitura de Cuiabá, não haverá eleição este ano e o partido deve discutir o assunto, somente quando houve uma data definida. 

Além de Garcia, também estão cotados para disputar a prefeitura de Cuiabá os secretários de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, da Casa Civil, Mauro Carvalho, e o de Fazenda, Rogério Gallo.

O adiamento da eleição por conta da pandemia vem sendo discutido pelos parlamentares no Congresso Nacional, e também no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ate o momento, discute-se o adiamento para dezembro e a Justiça Eleitoral não tem se mostrado favorável à prorrogação do mandato e unificação das eleições. 

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