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Notícias / Política

28/06/2020 às 12:00

Emanuel deve anunciar novas medidas na segunda e toque de recolher deve ser às 20h

A tendência é que o prefeito aumente o período de recolhimento na Capital, a fim de evitar a circulação de pessoas nas ruas.

Kamila Arruda

Emanuel deve anunciar novas medidas na segunda e toque de recolher deve ser às 20h

Foto: SimgCred

Com duas derrotas na justiça e a quarentena mantida em Cuiabá, o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) analisa novas medidas a ser implantada como a antecipação do toque de recolher para as 20h já partir da próxima semana, isto porque a medida que impõe a proibição de circulação das pessoas encerra domingo. Atualmente, está proibido das 22h30 às 5h. 

Segundo o chefe do Executivo Municipal, o Comitê de Enfrentamento a Covid-19 deverá se reunir na segunda-feira (29) pra analisar o atual quadro da doença no município. “O Comitê de Enfrentamento está monitorando, irá verificar as projeções e resultados desses 15 dias de toque de recolher para decidir se mantém, se acaba, ou se antecipa para as 20h”, explicou Pinheiro.

Diante do sistema de quarentena obrigatória, imposto pelo Poder Judiciário a pedido do Ministério Público Estadual (MPE), a tendência é que o prefeito aumente o período de recolhimento na Capital, a fim de evitar a circulação de pessoas nas ruas e, consequentemente, reduzir a incidência do vírus na cidade.

Além de Cuiabá, a quarentena obrigatória também foi imposta ao município de Várzea Grande. As cidades se enquadram em “alto risco” de proliferação da Covid-19, conforme classificação realizada pelo Governo do Estado, que leva em consideração o aumento de casos dos últimos sete dias e o número de leitos. 

Outras 13 cidades também estão na mesma situação, mas não houve interferência do MPE para imposição de quarentena coletiva. Para o prefeito da Capital, isso é uma “incoerência”. “Porque que não estende o lockdown para os outros 13 municípios? Por que só Cuiabá e Várzea Grande?", questiona. 

Pinheiro ainda afirma que todo o trabalho que vinha sendo desenvolvido na Capital durante esses quatro meses de pandemia foram jogados fora. “Lutamos dia e noite e até hoje não tivemos uma medida questionada pelo Ministério Publico. Mas estamos sendo severamente punido ao lado da nossa cidade co-irmã Várzea Grande, sem nenhuma medida técnica", disparou.

 

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