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Notícias / Agro e Economia

06/07/2020 às 13:41

Recorde em junho: exportações totais de carne bovina crescem 28%

No semestre, as importações da China Continental subiram 148%

Leiagora

Recorde em junho: exportações totais de carne bovina crescem 28%

Foto: Shutterstock

Com resultado recorde para o mês, as exportações totais de carne bovina, in natura e processada cresceram 28% em relação ao mesmo mês do ano passado atingindo a 172,3 mil toneladas contra 147,2 mil toneladas ao final de junho de 2019. A receita por sua vez disparou: cresceu 48%. Foi de US$ 528 milhões para US$ 743 milhões na mesma comparação.

As informações são da Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo), que compilou os dados totais divulgados no final de semana pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), através da SECEX/DECEX.

Com estes resultados, o acumulado do primeiro semestre atingiu a 909.725 toneladas exportadas, crescimento de 9% em relação ao primeiro semestre de 2019 com 833,7 mil toneladas. Na receita houve um salto de 26%. De US$ 3,1 bilhões em 2019 para US$ 3,9 bilhões em 2010.

O destaque nas exportações, como tem ocorrido desde 2019, continua a ser a China que foi a responsável pela movimentação de 57% das exportações brasileira de carne bovina. A China Continental importou 365,1 mil toneladas no semestre, que corresponde a um aumento de 148% sobre 2019, com movimentação de 147,2 mil toneladas. Já Hong Kong importou 154,3 mil toneladas, que demonstra uma queda de 10,5% sobre 2019, quando importou 172,3 mil toneladas.

Este mercado movimentou sozinho 519,4 mil8 toneladas, ou 57% das exportações brasileiras, que em 2019 
era 38,4%. Na receita, a participação é ainda maior. De US$ 1,24 bilhões em 2019, que era 38% do total e agora foi para US$ 2,37 bilhões em 2020, que representa 60,5% do total.

Na lista dos 20 maiores clientes do país, O Egito ficou na segunda posição entre os importadores com movimentação de 55,7 toneladas já que diminuiu em 30% o volume de compra, em relação a 2019. O Chile em terceiro, com 34 mil toneladas, com queda de 33%. A Rússia em quarto com 33,2 mil toneladas, que demonstra uma aumento de 5,5% no volume de compra. Arábia Saudita em quinto, com 24,5 mil toneladas, já que aumentou em 19,7% as compras. Os Estados Unidos ficou em sexto com 20,1 mil toneladas, alta de 18,5%. No total, 78 países aumentaram sua movimentação do produto brasileiro enquanto outros 84 reduziram.
 
Com assessoria Abrafrigo

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