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04/08/2020 às 07:35

Classificação de risco de Cuiabá e VG cai de “alto” para “moderado”

No documento desta segunda, nenhuma cidade aparece classificada com risco “muito alto”.

Eduarda Fernandes

Classificação de risco de Cuiabá e VG cai de “alto” para “moderado”

Centro de Cuiabá

Foto: Luiz Alves / Prefeitura de Cuiabá

Cuiabá e Várzea Grande caíram da classificação de risco “alto” de propagação do novo coronavírus para “moderado”. A informação consta do boletim informativo divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES) nesta segunda-feira (3). No documento, nenhuma cidade aparece classificada com risco “muito alto”.

Além de Cuiabá e Várzea Grande, também caíram de “alto” para “moderado” as cidades de Rondonópolis, Sorriso, Lucas do Rio Verde, Cáceres, Primavera do Leste, Mirassol D’Oeste, Barra do Garças, Tangará da Serra, Nova Mutum, Campo Novo do Parecis, Jaciara, Paranatinga e Nova Bandeirantes.

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A última classificação foi divulgada pela secretaria na quinta (30). Nela, apenas Sinop e São José dos Quatro Marcos apareciam classificados com risco “muito alto”. Hoje esses dois municípios caíram para “alto”.

Regras
Pelo Decreto 573, de 24 de julho de 2020, publicado pelo Governo do Estado, cidades classificadas com risco “baixo” precisam evitar circulação de pessoas pertencentes ao grupo de risco; fazer isolamento domiciliar de pacientes com covid-19 e casos suspeitos, bem como dos que tiveram contato.

Também devem disponibilizar, em estabelecimentos públicos e privados, locais adequados para lavagem frequente das mãos com água e sabão e/ou disponibilização de álcool na concentração de 70%, além de ampliar, em estabelecimentos públicos e privados, a frequência diária de limpeza e desinfecção de locais frequentemente tocados.

O decreto estabelece, ainda, que evitem a realização presencial de reuniões de trabalho e priorizem a realização de atividades de forma remota mediante, além de controlar o acesso de pessoas em estabelecimentos públicos e privados de modo a garantir o distanciamento mínimo de 1,5m entre elas.

Além disso, esses municípios precisam vedar o acesso a estabelecimentos públicos e privados de funcionários, consumidores e usuários que não estejam utilizando máscara de proteção facial, ainda que artesanal; manter os ambientes arejados por ventilação natural; adotar as recomendações atuais de isolamento domiciliar para os profissionais pertencentes ao grupo de risco e observar as determinações das autoridades sanitárias para a contenção de riscos, especialmente quando a atividade exigir atendimento presencial da população, com a orientação aos funcionários sobre o modo correto de relacionamento com o público no período de emergência em saúde pública.

Já municípios com classificação de risco “moderado” devem implementar e/ou manter de todas as medidas previstas para o nível de risco “baixo”, além de adotar quarentena domiciliar para pessoas acima de 60 anos e grupos de risco definidos pelas autoridades sanitárias e suspender de aulas em escolas e universidades.

Já as de risco “alto” devem adotar ou manter todas as medidas previstas para os níveis de risco “baixo” e “moderado”, além de proibir de qualquer atividade de lazer ou evento que cause aglomeração, tais como shows, jogos de futebol, cinema, teatro, casa noturna e congêneres, festas e confraternizações familiares e congêneres, ainda que realizadas em âmbito domiciliar, com intensa e especial fiscalização pelos agentes fiscais, inclusive com apoio policial.

Devem, ainda, proibir o atendimento presencial em órgãos públicos e concessionárias de serviços públicos, devendo ser disponibilizado canais de atendimento ao público não-presenciais e fazer adoção de medidas preparatórias para a quarentena obrigatória, iniciando com incentivo à quarentena voluntária e outras medidas julgadas adequadas pela autoridade municipal para evitar a circulação e aglomeração de pessoas.

Além disso, devem adotar medidas de redução de dias e horários de funcionamento das atividades econômicas não essenciais. Os serviços e as atividades não essenciais privadas funcionarão com, no máximo, 70% da respectiva capacidade, possibilitada a comercialização por meio virtual de serviços e produtos, mediante entrega por delivery, quando for o caso.

 

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