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Notícias / Agro e Economia

07/08/2020 às 17:11

Exportações totais de carne bovina crescem e se aproximam das 200 mil toneladas por mês

Segundo a Abrafrigo foram movimentadas em julho 194 toneladas, com receita de US$ 776,3 milhões, crescimento de 17% no volume e de 22% na receita

Leiagora

Exportações totais de carne bovina crescem e se aproximam das 200 mil toneladas por mês

Foto: Reprodução

Com as exportações totais de carne bovina in natura e processada se aproximando pela primeira vez na história das 200 mil toneladas movimentadas em apenas um único mês, o país continua batendo todos os seus recordes nas vendas ao exterior deste produto. O mercado chinês é o grande responsável por este crescimento, mantendo seu apetite mês a mês: em junho, os chineses compraram 77,2 toneladas e em julho as aquisições subiram para 115,1 toneladas.
 
As informações são da Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo), que compilou os dados totais divulgados na quinta-feira (7) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), através da SECEX/DECEX. Em relação a 2019, no acumulado até julho, as compras chinesas que ingressaram pela cidade estado de Hong Kong e pelo continente atingiram a 634,6 toneladas, quase o dobro das 381,3 importadas em 2019 no mesmo período. Com isso, a movimentação do produto no acumulado até julho alcançou a 1,1 milhão de toneladas contra 999,1 mil toneladas no ano passado no mesmo período, ou 10% de elevação. A receita subiu mais: passou de US$ 3,7 bilhões em 2019 para US$ 4,7 bilhões em 2020, num aumento de 25%.
 
Segundo a Abrafrigo, as compras chinesas têm mais do que compensado as quedas nas vendas para a União Europeia e para os países árabes, ocasionada principalmente pela epidemia de Covid-19 que reduziu drasticamente o consumo fora de casa. Atualmente, a China responde por 57,5% da exportação brasileira. Nas exportações de julho, 169,2 mil toneladas foram na forma de carne in natura e outras 24.240 toneladas de carne bovina processada. No acumulado até julho, depois da China foi o Egito que mais adquiriu o produto brasileiro, com 75,3 mil toneladas (-25%). O Chile veio a seguir com 39.733 toneladas (-37%). A Rússia, por sua vez, adquiriu 37,7 mil toneladas (+1,4%).
Assessoria

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