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11/08/2020 às 11:39

Veja como é a vida de Jack da Bike na cadeia. Maníaco estuprou 75 vítimas

Criminoso que fez vítimas no DF e no Entorno está no Bloco D da Papuda, destinado aos condenados por crimes sexuais

Metropoles.com

Veja como é a vida de Jack da Bike na cadeia. Maníaco estuprou 75 vítimas

Foto: Montagem Metropoles

Há nove anos atrás das grades e com pouco mais de duas décadas de reclusão pela frente, o estuprador em série Cléber de Jesus Rodrigues, 37 anos, conhecido como “Jack da Bike”, vive um dia de cada vez na Penitenciária do Distrito Federal II, onde cumpre a pena máxima estipulada pelo Código Penal Brasileiro (CPB), de 30 anos.

A unidade prisional fica localizada no Complexo Penitenciário da Papuda. É lá que está o maníaco sexual acusado de violentar 60 vítimas na capital do país e 15 em municípios goianos situados no Entorno do DF. Entre 2002 e 2011, ele atacou mulheres no Gama, Santa Maria e Entorno, até ser preso pela polícia.

Atualmente, o estuprador está trancafiado no Bloco D, destinado aos apenados condenados por crimes sexuais. É o chamado “seguro”, onde os internos não podem ser misturados à massa carcerária. No chamado “código de honra” do crime, os autores de estupro são punidos com a morte dentro dos presídios. Cléber é apontado pela Polícia Civil como um dos maníacos sexuais com mais vítimas já preso no DF.

De acordo com fontes ouvidas pelo Metrópoles, apesar da brutalidade de seus crimes, Cléber é considerado um interno de bom comportamento. A última falta disciplinar dele foi cometida em 2016, envolvendo um desentendimento com outro detento, mas sem maior gravidade. Desde 3 de agosto de 2018, o estuprador está autorizado a exercer atividades laborais envolvendo material recicláveis dentro da unidade prisional.

Em 24 de julho deste ano, Cléber passou por exames e testou negativo para Covid-19 – segundo dados da Secretaria de Segurança Pública (SSP) e da Secretaria de Saúde, o sistema prisional registrava, até a noite de segunda-feira (10/8), 1.737 casos de infecção pelo novo coronavírus.

A reportagem apurou que, antes de a pandemia provocar a suspensão das visitas no sistema penitenciário, ele tinha o costume de receber visitas da última mulher com a qual foi casado. Ele teria tido cinco filhos com a companheira. Na época da prisão, em agosto de 2011, todos tinham idade entre 6 meses 10 anos.

Quando Cléber foi preso preventivamente, ele tinha 28 anos. O homem foi condenado em 2012. Somadas, as penas ultrapassam 100 anos. Contudo, no Brasil, o tempo máximo de prisão permitido pela lei é de 30 anos. Dessa forma, caso não consiga algum benefício, ele poderá deixar a cadeia em 2041, quando terá 58 anos.

Para ler a reportagem completa acesse: https://www.metropoles.com/distrito-federal/seguranca-df/veja-como-e-a-vida-de-jack-da-bike-na-cadeia-maniaco-estuprou-75-vitimas
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