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Notícias / Polícia

24/11/2020 às 15:42

Suplente é ouvida após denunciar quadrilha que planejava atentado contra policiais

A investigadora da Polícia Civil e presidente do Sindicato dos Investigadores, Edleusa Mesquita, disputou a eleição para vereadora em Cuiabá e ficou como suplente pelo PSB

Luzia Araújo

Suplente é ouvida após denunciar quadrilha que planejava atentado contra policiais

Foto: Reprodução

A investigadora da Polícia Civil e presidente do Sindicato dos Investigadores, Edleusa Mesquita e uma outra policial, que não teve o nome informado, foram ouvidas na tarde dessa segunda-feira (23), na Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO).

O depoimento ocorreu após Edleusa procurar a Diretoria da Polícia Civil para denunciar uma quadrilha que estaria planejando atentado contra policiais civis. Ela também disputou a eleição para vereadora em Cuiabá e ficou como suplente pelo PSB com 1336 votos. 

No dia 19 de novembro, diretores da Diretoria da Polícia Civil receberam na sede da instituição, a investigadora que trouxe, informalmente, fatos relevantes que poderiam estar ligados ao inquérito instaurado sobre a prisão da quadrilha e que poderia envolver um atentado contra policiais civis. 


A quadrilha foi presa no dia 12 de novembro após denúncia anônima que informou que o grupo estaria planejando roubar o comitê de um candidato a vereador. Cinco homens foram presos e levados à Central de Flagrantes da Capital, onde foi lavrado auto de prisão em flagrante. Entre os presos estão 3 policiais militares. 

De acordo com informações, o alvo dos suspeitos seria a própria investigadora, que estava na disputa eleitoral na época. 

Segundo informações da Polícia Civil, em razão dos fatos informalmente comentados e por envolver situação em tese relevante, na manhã de segunda-feira (23), mesmo não havendo quaisquer formalizações até aquele momento das denúncias, a Diretoria-Geral encaminhou determinação à Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) para apuração das denúncias feitas por Edleuza, inclusive sugerindo a oitiva formal das servidoras.

A presidente do sindicato dos investigadores e a outra policial foram ouvidas na tarde de segunda-feira (23), na GCCO. A Polícia Civil disse ainda que “as investigações estão na fase inicial e não há detalhes a serem passados no momento, para não atrapalhar o andamento dos trabalhos”.
 

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