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07/03/2021 às 09:28

Após caminhoneiros ficarem atolados na BR-158, Dnit faz manutenção

O objetivo é garantir o escoamento da safra de grãos

Eduarda Fernandes

Após caminhoneiros ficarem atolados na BR-158, Dnit faz manutenção

Foto: Reprodução / Leiagora

Após muitas reclamações de caminhoneiros acerca da completa falta de trafegabilidade na BR-158, em Mato Grosso, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) informou nesta sexta-feira (5) que equipes trabalham na manutenção do trecho não pavimentado da rodovia. O objetivo é garantir o escoamento da safra de grãos.

Há algumas semanas, o Leiagora noticiou que o drama dos caminhoneiros que precisam escoar a safra de Mato Grosso, que todo ano, no período de chuvas, se repete. O tráfego intenso nos trechos sem asfalto provocam os atoleiros.

Leia também - Atoleiro deixa mais de 100 carretas paradas na BR-158

Mais de 100 carretas chegaram a ficar paradas ao longo da BR-158. O trecho mais crítico é obviamente o único sem asfalto, entre a localidade de Alô Brasil e o entroncamento com a MT 322.

As equipes do Dnit atuam em um trecho de aproximadamente 130 quilômetros de extensão, na região do Araguaia. Estão divididas em cinco frentes de trabalho, sendo uma volante e quatro alocadas em trechos da rodovia.

Segundo o departamento, já foram disponibilizadas mais de 20 mil toneladas de pedras para uma manutenção mais rápida da rodovia, além de 50 máquinas.

Após visita técnica de representantes do DNIT, nessa quinta (4), as equipes da autarquia constataram que os pontos críticos estão sob controle e que não há mais filas de veículos ao logo do trecho.

A estimativa é de que aproximadamente duas mil carretas carregadas trafegam pela rodovia diariamente, número superior ao observado em anos anteriores. O Dnit argumenta que isso acarreta dificuldades na manutenção do trecho de terra no período chuvoso.

Além disso, a autarquia explica para execução dos serviço de manutenção, são necessárias interrupções de tráfego, que podem ocasionar a formação de filas momentâneas de caminhões.

A respeito da pavimentação da rodovia, o Dnit pontua que foi definido, em 2019, em razão de questões relacionadas a licenciamento, um novo traçado, contornando a Terra Indígena Marãiwatsédé. "A autarquia já elaborou anteprojeto e licitou projeto e obra do lote A. A licitação de projeto e a obra do lote B está em fase de elaboração. As obras só poderão ser iniciadas após a emissão das devidas licenças ambientais", diz o departamento.

 
Com informações do Dnit

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