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26/08/2021 às 13:06 | Atualizada: 26/08/2021 às 13:30

Diego ameaça denunciar servidores da prefeitura e líder do governo defende Emanuel

Kamila Arruda

A briga na Praça Alencastro protagonizada por aliados e opositores do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) repercutiu na sessão da Câmara Municipal desta quinta-feira (26). Os vereadores Diego Guimarães (Cidadania) e o líder do governo Mario Nadaf (PV) fizeram o embate da tribuna. 

Diego garante que levará o caso ao Ministério Público Estadual (MPE) e ainda à Controladoria e Procuradoria do município, Isto porque, segundo ele, os servidores da Prefeitura que participaram do ato durante o horário do expediente. 

“A pessoa que agrediu o Abílio é servidor comissionado de uma policlínica. Todos serão identificados e nós encaminharemos para o Ministério Público e também para a Controladoria e Procuradoria da Prefeitura para que se instaure PAD contra esses servidores, porque era 16h da tarde e eles estavam lá para afrontar um movimento livre e espontâneo”, disse o vereador durante a sessão ordinária desta quinta-feira (26).

Para ele, os apoiadores do prefeito se fizeram presente na praça apenas para intimidar, tendo em vista a manifestação que estava marcada em alusão ao aniversário de quatro anos do episódio do Paletó. “São baderneiros, são pessoas perdigueiras, que gostam na verdade de estar ao lado do poder, estavam ali a mondo do prefeito para nos intimidar, nos afrontar”, completou.

Já Nadaf saiu em defesa do chefe do Executivo Municipal e disse que se tratou de um ato organizado pelo movimento comunitário, que apoia o prefeito. “O que eu vi ali foi o fervor do movimento comunitário. Mas vamos deixar a polícia fazer o inquérito", afirmou.

O vereador ainda disse que a  base governista não teme nenhuma investigação e considerou o ato da oposição como um "segmento que ainda não aceita o resultado das urnas". 

"Nós não temos medo nenhum, porque somos defensores da democracia, defendemos a liberdade de expressão, o direito de ir e vir, e as manifestações são livres e não apenas de um segmento que ainda não aceitam o resultado das urnas”, finalizou.

 
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