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02/02/2023 às 15:01

Mendes não fala sobre eleições de 2024 e 2026 e afirma que seu foco é trabalho

Da Redação - Kamila Arruda / Da Reportagem Local - Jardel P. Arruda

Mal passou o processo eleitoral do ano passado e as especulações sobre as eleições de 2024 e 2026 já estão de vento em popa nos bastidores da política mato-grossense. Apesar disso, o governador Mauro Mendes (União) evita falar sobre o assunto e afirma que seu foco é trabalhar e mostrar resultados.

Questionado, na manhã desta quinta-feira (2), se pode voltar a se aliar com parceiros que estavam em outro palanque na eleição passada, como o senador Carlos Fávaro (PSD), o governador demonstrou irritação e afirmou que tratar de eleição neste momento é um “desrespeito com a população”.

“Chega a ser um desrespeito ao cidadão falar de 2026! Político que termina uma eleição e começa a falar da próxima é um político que não respeita o eleitor, não respeita o cidadão. Tem que trabalhar, entregar o resultado e melhorar a vida das pessoas”, disse.

Para ele, eleição deve ser debatida apenas em ano eleitoral e até lá todo mundo tem que "baixar a cabeça e trabalhar". "Eu só falo de eleição em ano eleitoral, eu não falo de eleição a não ser em ano eleitoral. Agora é ano de trabalhar, entregar resultado, honrar o voto, preocupar com os enormes desafios que cada um tem na sua área e deixar a eleição para o momento eleitoral”, declarou.

Acontece que, nos bastidores, as agremiações e lideranças políticas já estão debatendo o pleito que ocorre em 2024, especialmente na Capital. As possíveis composições que vêm sendo analisadas, por sua vez, também passam pelo pleito de 2026.

Um exemplo de que isso está ocorrendo é a eleição da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa. O deputado estadual Eduardo Botelho (União) se articulou para garantir a permanência na presidência da Casa de Leis no primeiro biênio da 20ª legislatura, uma vez que pretende disputar a eleição para prefeito de Cuiabá.

Já o deputado estadual Max Russi (PSB), aceitou recuou da disputa à presidência, com a promessa de que poderá ocupar o cargo de presidente no segundo biênio, uma vez que tem projetos majoritários para 2026.
 
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