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28/03/2024 às 10:15 | Atualizada: 28/03/2024 às 10:50

Vídeos | Chega em Cuiabá, atirador que matou comerciante e funcionário no Shopping Popular

Eloany Nascimento

Silvio Junior Peixoto, 26 anos, autor do duplo homicídio de Gersino Rosa dos Santos, conhecido por “Irmão Nenê” e Cleyton de Oliveira Paulino, de 27 anos, ocorrido no Shopping Popular de Cuiabá, chegou na manhã desta quinta-feira (28), em Cuiabá. O investigado foi levado para a sede da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

O investigado embarcou na manhã desta quinta na aeronave do Centro Integrado de Operações Policiais Aéreas (Ciopaer). Ele estava em Uberlândia, Minas Gerais, cidade onde foi preso pela equipe da DHPP.

 
A transferência do atirador ocorreu após o pedido de recambiamento ser autorizada pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais, na noite de segunda (25), horas após a prisão.

Silvio prestará um novo depoimento nesta quinta (28), na DHPP, em seguida será transferido para uma unidade prisional. O local ainda não foi divulgado pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), no entanto, na quarta (27), em coletiva, o secretário César Roveri antecipou que provavelmente o atirador irá para a Penitenciária Central do Estado (PCE). ​

O caso

No dia 23 de novembro, por volta das 12h, o atirador foi até o Shopping Popular, para matar o empresário Gersino Rosa dos Santos, conhecido por “Nenê Games”, de 43 anos. Ao disparar contra o alvo, acabou acertando também o funcionário de uma loja também situada no estabelecimento, Cleyton de Oliveira Paulino, de 27 anos. Ambos morreram na hora. Os disparos atingiram a nuca e a cabeça.

Após toda a ação, o suspeito fugiu correndo do local, sem levantar suspeitas.  Buscas foram realizadas na região com o auxílio da câmera de segurança. 

O caso foi debruçado pelos investigadores da Polícia Civil, que passaram meses em buscas pela identificação do autor do crime.

Com o avanço no caso, após quatro meses, o criminoso foi descoberto e teve a prisão temporária decretada pelo Núcleo de Inquéritos Policiais da Capital (Nipo).


Ao delegado responsável pelo caso, Nilson Farias, o suspeito confessou ter recebido R$ 10 mil para matar apenas Gersino, e que Cleyton teria morrido por engano.
 
*Atualizadas às 11h25
 
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