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18/06/2019 às 12:07 | Atualizada: 18/06/2019 às 14:12

Wilson: ‘Promotor disse que foi provocado a entrar com ação contra a prova do laço’

Luana Valentim

O deputado estadual, Wilson Santos (PSDB), declarou, nesta terça-feira (18), que o promotor de Justiça, Marcelo Vaqueano, disse que não iria entrar com ação contra a prova do laço, mas foi provocado para fazer isso.

Segundo Wilson, o promotor ainda informou que entrou com a ação 10 dias antes da 7ª Semana do Cavalo, realizada no Haras Twin Brothers.

“Acontece é que só foi julgado em cima da hora. Passou pelo primeiro juiz que não estava, a segunda juíza se disse impedida e caiu na terceira ou quarta juíza faltando apenas algumas horas para o início da prova”, disse.
 
O tucano ressaltou que, em pleno século 21, não se pode admitir isso, pois não entende que os cavalos estejam sofrendo maus-tratos como apontado pelo Ministério Público do Estado.
 
“Essa já é a 7ª Semana do Cavalo e nunca vi na imprensa, um proprietário de cavalo, jumento ou boi dizer que viu seu animal destruído e maltratado nessas semanas”, disparou.
 
Wilson pontuou que, ao contrário disso, o Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso está dentro do haras acompanhando os animais que, após determinado esforço, é retirado das rodadas.
 
“O promotor disse que tem apenas duas exigências para chegarmos a um acordo, que o Estado participe por meio do Indea, fazendo a supervisão e o acompanhamento. Então, o Cae disse é isso que queremos e já fazemos, pois já tinha uma comissão de veterinários do Indea acompanhando rodada por rodada, então vamos pôr na lei. A segunda é que faça mais restrições nas provas com menos passadas no gado”, ressaltou.
 
 
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