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14/02/2020 às 17:22

Alunos de Cuiabá fazem campanha contra ‘desafio da rasteira’

A ideia da campanha partiu dos colégios Notre Dame de Lourdes e Ibero-Americano, após a brincadeira ter assustado pais e educadores

Gabriella Arantes

Alunos de Cuiabá fazem campanha contra ‘desafio da rasteira’

Foto: Reprodução


Dois vídeos e uma imagem produzidos por alunos de colégios em Cuiabá, estão dando um bom exemplo e conscientizando outros adolescentes sobre a brincadeira da rasteira, que vitimou Emanuela Medeiros, de 16 anos.

A ideia da campanha partiu dos colégios Notre Dame de Lourdes e Ibero-Americano, após a brincadeira ter assustado pais e educadores. 

O desafio funciona quando três pessoas ficam lado a lado. Duas delas pulam. Logo depois, a do meio é incentivado a pular mais alto ainda. A vítima tenta, mas é desequilibrada após sair do solo. Vídeos de pessoas caindo com as costas e cabeça no viralizou pelas redes sociais.
 
Em novembro de 2019, a estudante Emanuela morreu depois de bater a cabeça no chão ao cair durante uma brincadeira em sua escola, em Mossoró. Segundo a prima da vítima, a menina participava da brincadeira com outras duas pessoas que a seguraram e tentaram girá-la, com uma espécie de cambalhota. Durante o giro, ela caiu e bateu a cabeça no chão, sofrendo traumatismo craniano.

A Secretaria de Estado de Educação (Seduc) de Mato Grosso tomou medidas imediatas e preventivas quanto as brincadeiras que proliferam na internet – conhecidas como “desafio da rasteira” ou “quebra-crânio” – entre alunos das escolas públicas e particulares.

Nessa quarta-feira (12), a secretária adjunta de Gestão Educacional, Rosa Maria Luzardo, enviou um orientativo às escolas da rede estadual de ensino, extensivo aos profissionais da educação e comunidade escolar, prevenindo sobre o perigo dessa nova brincadeira.

“A Seduc faz um alerta para sensibilizar os gestores, professores e pais quanto à gravidade dessa brincadeira que inclusive já levou uma pessoa a óbito”, destaca.

Conforme o orientativo, a Seduc “recomenda que todas as unidades escolares e Assessorias Pedagógicas intensifiquem campanhas de informação e conscientização dos alunos e familiares sobre o risco em que podem se colocar ao praticarem esse tipo de conduta, para que presenvem a integridade física própria e dos demais colegas”.

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