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28/03/2024 às 16:03

Obra no Portão do Inferno custará R$ 30 mi e deve ser concluída em cinco meses

Da Redação - Gabriella Arantes / Do Local - Amanda Garcia

A solução encontrada para resolver o problema de tráfego de veículos no trecho do Portão do Inferno, na MT-251, em Chapada dos Guimarães (a 67 km de Cuiabá) vai custar R$ 30 milhões.

O projeto de retaludamento foi apresentado 
pelo Governo do Estado nesta quinta-feira (28). Durante a obra, cerca de 180 mil metros cúbicos de rocha serão retiradas num processo de terraplanagem com cortes e destruição das pedras do paredão.

Por meio de um processo licitatório emergencial, a empresa responsável pela execução da obra será a Lotufo Engenharia.

“O projeto passa por um sistema de escavação naquela situação que hoje se encontra lá. […] O estudo foi feito pela Sinfra e apresentado à empresa”, disse 
o proprietário da companhia, Luiz Lotufo Junior, ao Leiagora.

A empresa poderá começar os trabalhos só após a autorização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e pelo Instituto Chico Mendes da Biodiversidade (ICMBio).

Ainda de acordo com empresário, depois que a obra começar, a estimativa é de cinco meses para ficar pronta.

“A dificuldade é a logística de acesso. Essa será uma obra complexa, mas a empresa tem experiência para esse tipo de obra. Ele vem de encontro com a necessidade de um acesso mais viável para Chapada dos Guimarães”, concluiu.

Escolha do projeto

No estudo de engenharia apresentado ao Executivo, outras três opções foram consideradas: o túnel curto, o túnel curto com falso túnel e o viaduto.

O retaludamento, segundo a Sinfra, apresentou maior segurança quanto ao risco de desprendimento de blocos e possíveis colapsos na rodovia. Além disso, mostrou ter o custo mais baixo e menor complexidade de execução, portanto, mais rápida. O prazo de liberação da pista é de até 120 dias.

Durante as obras, a rodovia não será totalmente bloqueada, o pare e siga continuará funcionando. O traçado da pista deve sofrer pouca alteração, com um recuo em relação ao viaduto hoje existente. Desta forma, a curva também passa a ser suavizada, melhorando a segurança no trânsito.
 
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