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Notícias / Esporte

17/12/2022 às 17:55

Federação Mato-Grossense de Skate se filia à Confederação Brasileira

Fundada em 2022, a Federação é um sonho de skatistas de MT que há anos lutam pelo esporte

Paulo Henrique Fanaia

Federação Mato-Grossense de Skate se filia à Confederação Brasileira

Foto: Federação Mato-Grossense de Skate

Após muita luta, correria e suor, a Federação Mato-Grossense de Skate (FMTSK) carimbou a filiação na Confederação Brasileira de Skate (CBSK) neste mês de dezembro. Fundada em 2022, FMTSK é uma união da Associação Rondonopolitana de Skate; Escolinha de Skate do Bob e da Associação Mato-Grossense de Skate.
 
Por muitos anos os skatistas de Mato Grosso tiveram o deseja de formar uma Federação. Acontece que, de acordo com os trâmites legais, é necessário no mínimo três Associações para que, só assim, elas formem uma Federação.
 
Representada pelo presidente Bob Peron e pela vice-presidente Estefania Lima, a FMTSK faz um trabalho de levar o esporte à todas as cidades de Mato Grosso. Em 2023, o objetivo é fortalecer ainda mais o skate no estado e realizar campeonatos e eventos nas principais cidades de Mato Grosso.
 
"Um dos principais objetivos da Federação neste ano de 2023 é garantir o Circuito Skate Music e trazer recursos para o Circuito Mato Grossense de Skate, a partir daí rankear os atletas e levá-los ao Brasileiro. A Federação é de extrema importância para que isso se torne possível. Além disso, trabalhamos na construção de novas pistas visando trazer etapas de competições importantes como o próprio campeonato brasileiro de skate e quem sabe até uma etapa do mundial. Colocar o Centro-Oeste no eixo do skate nacional é uma de nossas maiores metas e desafios”, diz Bob Peron, presidente da FMTSK.
 
Além de ser vice-presidente da primeira Federação de Skate de Mato Grosso, Estefania sabe da responsabilidade de representar as mulheres que amam o esporte. Para ela, trazer as mulheres para o mundo do skate é dar mais representatividade ao esporte.
 
“A meta é que cada vez mais skatistas tenham acesso a cursos capacitadores e oportunidades para se tornarem aptos a estarem ligados à parte mais burocrática do skate, principalmente a importância de ter mulheres ocupando esses espaços e trazendo mais representatividade para a cena do skate feminino/queer", afirma Estefânia Lima.
 
 Com informações da assessoria
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