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01/06/2022 às 20:57 | Atualizada: 01/06/2022 às 21:28

Vídeo | Filho que matou a mãe pede perdão e diz que droga destrói a família

Da Redação Débora Siqueira / Reportagem Local Israel Prates

Policiais do 4º Batalhão da Polícia Militar, com apoio do serviço de inteligência, cumpriram nesta quarta-feira (1°) o mandado de prisão expedido pela Justiça no dia 31 de maio contra Luiz Fernando Januário de Campos, conhecido como Bolívia, que matou a mãe dele, a técnica de enfermagem Eracy de Campos, de 71 anos, e deixou o corpo dele apodrecer dentro do apartamento, em Várzea Grande.  O caso veio à tona no dia 26 de maio, quando os vizinhos não suportaram o cheiro e abriram o apartamento.
 
Luiz Fernando foi localizado pelos policiais militares em uma casa de recuperação de dependentes químicos na região do Rio dos Peixes em Cuiabá. Ele foi encaminhado para o Cisc Verdão. Essa é a segunda vez que ele se apresenta em uma delegacia. Na primeira, apesar de confessar o crime, não havia representação criminal contra ele, por isso foi liberado.  
 
Ele também pede perdão à sociedade pelo crime cometido. “Eu queria que vocês me perdoa, eu sei que não vão me perdoar. A droga não acaba só com a pessoa, mas com a família inteira, a estrutura, como aconteceu comigo agora”, disse em meio às lágrimas.
 
O criminoso também negou que estivesse fugindo da polícia. Ele disse que passou 13 dias próximo do corpo da mãe morta e não fugiu naquele momento. Mesmo quando a Polícia Militar chegou no apartamento, acionada pelos vizinhos, ele disse que a intenção não foi fugir.
 
“Eu não fugi, eu parei num lugar e pensei: o que foi que eu fiz? Nunca pensei em foragir, seu eu quisesse fugir, eu teria fugido, foram 13 dias, mas eu não fugi, eu me entregue lá na DP da Prainha. Ainda conversei com os pastores lá da praça e disse que fiz isso, isso e isso, pedi me leva lá na delegacia e me entreguei”.  
 
Luiz Fernando também disse que não pensou em se livrar do corpo da técnica de enfermagem. “Não pensei em levar o corpo para outro lugar, jamais, ficou ali, como vocês viram na reportagem.


 
 
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