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Notícias / Política

25/03/2024 às 10:37

CONSEQUÊNCIA

Gisela e Garcia defendem cassação de deputado preso acusado de ser mandante da morte de Marielle

Brazão, que era vereador do Rio de Janeiro na época, foi preso no último domingo (24) com outras duas pessoas

Da Redação - Kamila Arruda / Da Reportagem Local - Jardel P. Arruda

Gisela e Garcia defendem cassação de deputado preso acusado de ser mandante da morte de Marielle

Foto: Câmara Federal

A deputada federal em exercício Gisela Simona (União) defende a cassação do mandato de seu colega de bancada Chiquinho Brazão (União), acusado de mandar matar a vereadora Marielle Franco e seu motorista, Anderson Gomes, em 2018.

Brazão, que era vereador do Rio de Janeiro na época, foi preso no último domingo (24) com outras duas pessoas. Horas depois da prisão, a Executiva Nacional do União Brasil expulsou o deputado da legenda.

“Eu acredito que o União Brasil tem se manifestado muito forte na questão da conduta ética e disciplinar dos seus membros, e ontem mesmo foi realizada uma reunião por vídeo e foi deliberada a sua expulsão. Na Câmara, eu sou a favor da cassação”, disse a congressista.
 
O titular de sua vaga, atual secretário-chefe da Casa Civil Fabio Garcia, também comunga da mesma opinião. “A cassação ela não é uma questão partidária, é uma questão da Câmara. Eu defendo a cassação. Agora, a Câmara que tem que fazer, tem que abrir um processo na comissão de ética e cassá-lo”, completou.
 
Na manhã desta segunda-feira (25), o Supremo Tribunal Federal (STF) manteve a prisão do parlamentar, e a decisão deverá ser enviada à Câmara dos Deputados, tendo em vista que prisão de Brazão precisa ser chancelada pela Casa de Leis.

Isso, porque conforme a Constituição, um deputado só pode ser preso em flagrante de crime inafiançável. Nesse caso, a Câmara precisa referendar a prisão por maioria absoluta, em votação aberta.

A principal motivação do assassinato de Marielle e Anderson, revelada no relatório de investigação da PF, envolve a disputa por regularização de territórios no Rio de Janeiro.

Marielle e Anderson foram assassinados a tiros, em um cruzamento na região central do Rio de Janeiro, em março de 2018, enquanto se deslocavam de carro após uma agenda de trabalho.
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