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Notícias / Política

02/04/2024 às 13:27

A CULPA É DE QUEM?

Gilberto culpa municípios por colapso nos hospitais regionais e ainda afirma que secretários estão acomodados

O integrante do primeiro escalão estadual frisa que os gestores municipais não tem investido na atenção básica e nem na estruturação das unidades de saúde municipais

Da redação - Paulo Henrique Fanaia / Da reportagem local - Jardel P. Arruda

Gilberto culpa municípios por colapso nos hospitais regionais e ainda afirma que secretários estão acomodados

Foto: Helder Faria

O secretário de Saúde de Mato Grosso, Gilberto Figueiredo (União), afirma que os municípios não tem cumprido com o seu papel na gestão tripartite, o que tem acarretado na superlotação dos hospitais regionais do Estado. O integrante do primeiro escalão estadual frisa que os gestores municipais não tem investido na atenção básica e nem na estruturação das unidades de saúde municipais, devido ao fato de os hospitais regionais contarem com estrutura para atender os pacientes.
 
“O grande problema é que, onde temos um hospital regional parece que o município se acomoda. (...) Graças a Deus eu vi a notícia que por meio do PAC da saúde, Várzea Grande conquistou uma maternidade e Sinop parece que conquistou também. Não vi isso em Colíder nem em Sorriso. Essa solução precisa acontecer para melhorar nossa capacidade de assistência, porque o volume que fazemos em um regional, que deveria ser no municipal, é grande”, disse o secretário nesta terça-feira (2).
 
Gilberto se reuniu com a Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa nesta manhã para dar explicações acerca do possível colapso no atendimento nos hospitais regionais do Norte do estado, mais precisamente no setor ortopédicos dos municípios de Sorriso e Colíder.
 
Durante a reunião, o secretário afirmou que o Sistema Único de Saúde (SUS) não é um sistema perfeito e que o estado cumpre o seu papel. No entanto, devido a uma “acomodação” das secretarias municipais, o sistema estadual acaba colapsando, tendo que atender especialidades que não são próprias dos hospitais regionais, como por exemplo o serviço de maternidade.
 
“Sinop e Sorriso estão entre os maiores PIBs de Mato Grosso e lá não têm hospital municipal e nem maternidade e nosso hospital está sobrecarregado fazendo partos. Como abrimos espaço para produzir mais em um hospital que atua com praticamente com 100% de sua capacidade? (...) Quando um município se acomodar e não buscar fazer sua tarefa, ele vai sobrecarregar um regional”, afirmou Gilberto.
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