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16/04/2024 às 15:07

PRAZO ESTÁ CORRENDO

Prefeito terá 48h para fornecer endereços das testemunhas que irão depor na Comissão Processante

O presidente diz que as oitivas serão realizadas em 21 dias, sempre nas segundas, quartas e sextas-feiras

Paulo Henrique Fanaia

Prefeito terá 48h para fornecer endereços das testemunhas que irão depor na Comissão Processante

Foto: Reprodução

O prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) terá 48h para fornecer os dados pessoais das 10 testemunhas arroladas na Comissão Processante que pode cassar seu mandato na Câmara de Cuiabá. De acordo com o presidente da Comissão, o vereador Wilson Kero kero (PMB), caso o prefeito não cumpra o determinado, a Comissão vai acionar a Procuradoria para tomar as medidas cabíveis.
 
Na semana passada, a Comissão Processante negou os apontamentos apresentados pelo prefeito na defesa preliminar que tentava enterrar a investigação, porém, o grupo acatou a oitiva das 10 testemunhas arroladas. Acontece que, ao arrolar as testemunhas, a defesa do prefeito não informou os endereços e muito menos os telefones de cada um deles. Kero Kero garante que o prefeito deve ser intimado até amanhã (17) para cumprir a determinação.
 
O presidente diz que as oitivas serão realizadas em 21 dias e serão realizadas sempre nas segundas, quartas e sextas-feiras. A expectativa é de que até o dia 5 de junho todas as oitivas sejam realizadas.
 
Presidente da base do prefeito?
 
Mesmo sendo da base do prefeito, Kero Kero garante que fará um trabalho isento e que isso não será um critério para ele deixar de ser o presidente do grupo de vereadores formado por ele, Edna Sampaio (PT) e Rogério Varanda (PSDB).
 
“Eu estou na base, mas em nenhum momento isso vai ser critério para eu deixar de desenvolver meu trabalho aqui e uma possível cassação, dependendo do que vier do fato, da gravidade, meu voto será tranquilo”, disse o vereador.
 
A processante
 
A Comissão teve início em março deste ano e foi aprovada por 16 votos a oito. O processo é reflexo da investigação conduzida pelo Ministério Público Estadual (MPE), que aponta Emanuel como líder de uma organização criminosa que teria desviado valores milionários na saúde pública.

O fato culminou no afastamento de Emanuel da prefeitura decretado pelo Judiciário de Mato Grosso e suspenso pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
 
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